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Snorkel coruja

O Snorkel foi desenvolvido para travessias em trechos com água. Vejo muita gente achando que ele foi projetado para travessias em terrenos com pó, e viram a cabeça do mesmo 180º. Snorkel não é coruja para rotacionar deste jeito. Para o pó, existe o filtro de ar do seu carro. Com ou sem snorkel, ele vai dar conta do pó. Ao de virar a cabeça do snorkel para trás, você vai restringir a entrada de ar do seu 4x4, ocasionando uma perda de potência e desequilíbrio na mistura ar/combustível. Você pode até não notar em trechos de baixa velocidade, mas certamente o motor vai estar trabalhando estrangulado. Para a chuva, existem as canaletas de drenagem, que não deixam a água chegar ao motor do seu carro. Certamente alguém vai perguntar: mas e os que vem de fábrica virados para trás? Pelas características do projeto de fábrica, esta restrição é levada em conta. Mas não se iluda... Quanto maior a velocidade, maior a restrição de entrada de ar. Este fato somente é minimizado no projeto. Agora, o snorkel como acessório acrescentado ao seu 4x4 deve estar virado para frente. Relevo somente a possibilidade de ser virar o snorkel em situações de deslocamento a baixa velocidade em terrenos de mata fechada, onde um galho poderá quebrar a tela frontal do mesmo. Fora isso, deixe o seu carro respirar!

 

 

 

Marco Guimarães
Armazém 4x4

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E-LOCKER 19 ESTRIAS PARA JEEP

 

 

A Eaton, empresa fabricante de diferenciais com controle de torque, trouxe para o Brasil o bloqueio selecionável E-locker para ser instalado em Jeep Willys.

O acessório entra em ação através de um toque no botão de comando instalado no painel e não é necessário modificar as configurações originais do veículo.

Na peça, alterou-se a quantidade de estrias da engrenagem planetária e este E-locker vem com semi-eixo de 19 estrias.

Segundo a Eaton, o produto não apresenta ruído sendo  livre de manutenção.

 

Clique aqui e confira o produto na loja.

 

Fonte: Revista 4x4 e Cia edição 228.

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As Mulheres no Off-Road


 Em nossos cursos Off-Road DPaschoal sempre temos mulheres participando. Algumas vezes se inscrevem sozinhas mas na grande maioria são trazidas pelos companheiros, que já participaram, ou que estão interessados no curso e vêem uma oportunidade para compartilhar o treinamento com a parceira de aventuras. Quem acha que aventura 4x4 é coisa de macho pode colocar as barbas de molho! Elas estão ocupando seu lugar de direito e com grande competência.
 E não importa a idade, estão sempre com o astral lá em cima, e jamais demonstram qualquer dificuldade em preparar um resgate com as grosseiras luvas de couro, cintas e desajeitados cabos de aço.  As filhas mais novas vibram com a performance, boa ou as vezes não tão boas, dos pais. Mostram que assim que puderem vão tomar sua posição ao volante e fazer suas próprias aventuras.

 

Preparadas para o que der e vier. (foto: Técnica 4x4)

 


 Quando pergunto a elas o motivo de participarem de um esporte que pode fazê-las retornarem para casa completamente emporcalhadas de lama e pó, ouço justificativas diversas e interessantes. A maioria adora estar junto do companheiro em suas aventuras, podendo compartilhar um final de semana agradável junto com o marido, filhos e amigos. Enfim, adoram a natureza e fazem o possível para estar junto dela.
 Também encontro mulheres que usam seu veículo 4x4, ou da empresa, para finalidades puramente profissionais, em tarefas realizadas em regiões remotas, seja como geóloga, engenheira florestal ou médica. É incrível a variedade de profissões que usam um 4x4 para se cumprir o trabalho, e é mais comum do que parece você encontrar um mulher determinada atrás do volante.

 


 

Encalhar faz parte de qualquer aventura off-road. Aluna aguarda a companheira preparar o cabo de aço para o resgate. (foto: Técnica 4x4)

 


 Não podemos esquecer os raids e as provas de rally, que preenchem o calendário brasileiro anual. Existem provas só para elas, como o Raid do Batom – só para duplas femininas e Raid Romeu e Julieta - para casais, que são realizado por vários Jipe Clubes no país. No universo do rally muitos pilotos estão mostrando a que vieram, em grandes provas nacionais como o Rally dos Sertões e mesmo lá fora temos todo ano intrépidas pilotos em provas duríssimas como o Rally Paris-Dacar e o extinto Camel Trophy.

 

 

Alegria e bom astral, um colírio para nossos olhos e espíritos cheios de poeira e lama. (foto: Técnica 4x4)

 


 E os homens, o que pensam delas? Ainda que esteja um pouco fora de moda, tem muito homem que acha as mulheres desajeitadas para off-road. Em um dos cursos off-road que realizamos com a DPaschoal e a Goodyear, um atoleiro respeitável tragou todos os carros pilotados por homens. Chegou a vez da primeira aluna e é claro que os machistas de plantão começaram a prepara cintas e cabos de aço para o resgate eminente. Ela engatou a marcha correta, entrou com firmeza e foi a primeira a passar sem resgate depois que 9 marmanjos encalharam com maestria inimitável. Não deixou barato e fez a rapaziada ficar de boca fechada.

 

 

Alunas do Curso Off-Road DPaschoal. (foto: Técnica 4x4)


 Outra alegação é a de que as mulheres não conseguem carregar peso, e que isto é coisa para a força masculina. Não concordo, depende da limitação física de cada um. Saibam que quando se precisa mesmo aplicar força física em uma trilha, poucos têm condições de ajudar, já que problemas diversos de saúde, verdadeiros ou não (!), são um álibi para desobrigar alguns rapazes a pegarem no pesado. Nestas horas aparece uma mulher da turma para dar uma força a mais e suprir a falta de mão de obra ocasionada pelos machos “quebrados”.
 O recado para elas é o seguinte: bem-vindas e não tenham nenhum receio, as aventuras 4x4 têm graus de dificuldades para todos os gostos, não é verdade que toda viagem ou trilha tenha que ser radical e complicada. Existem infinitas alternativas de viagem que vocês podem fazer sozinhas se quiserem, tranqüilamente com amigas e filhos e voltar pra casa cheias de histórias e fotos para mostrar. Para quem está começando agora recomendo nosso Curso Off-Road DPaschoal, onde terá contato com as dicas para entrar neste fascinante mundo 4x4 o pé direito.

 

Para mais informações
Autoria: João Roberto de Camargo Gaiotto
Curso de Condução Off Road DPaschoal: www.dpaschoal.com.br

 

  

 

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Instruções de Segurança

Para aproveitar ao máximo uma aventura 4x4, é preciso pensar em alguns itens de segurança e também seguir regras para se voltar inteiro pra casa. Confira algumas dicas:

- Evite incursões solitárias para lugares desconhecidos. Viajar em comboio, com dois ou mais veículos, aumenta a margem de segurança e possibilita o auxílio, se algo sair errado. Previna-se coletando o máximo de informações sobre o destino e o trajeto escolhido;

 

 
Sempre forme grupos para suas aventuras. O trabalho de equipe
ajuda a sair de qualquer enrosco com facilidade! (foto: Técnica 4x4)

 

- Use sempre o cinto de segurança em qualquer situação. Em off-road o cinto é absolutamente indispensável e é claro que esta recomendação deve ser extendida a TODOS os ocupantes do veículo. Muitos Jeeps mais antigos não têm cinto de segurança para os passageiros que vão atrás, então, se for seu caso, providencie a segurança adequada para eles.

 

 
Cinto de 4 pontos instalado em um banco concha de um Jeep CJ. (foto: Técnica 4x4)

 

- Prepare seu veículo com os acessórios necessários para trilhas radicais e provas off-road, como raid e rally. A colocação de gaiolas de segurança garante proteção do habitáculo em caso de capotamento ou tombamento.

 


Parte externa de uma gaiola de proteção instalada
em um Land Rover Defender. (foto: Técnica 4x4)

 

 
Montagem interna da gaiola de um Land Rover Defender. (foto: Técnica 4x4)

 

 

 
Jeep preparado para trilhas. A gaiola garante proteção ao piloto e navegador.(foto: Técnica 4x4)

 

- Se sentir cansaço enquanto estiver em viagem, pare e descanse, pois você não terá um bom rendimento se estiver esgotado e sem humor. Estacione o veículo em algum local seguro e tire uma soneca que o cansaço dá uma folga;

- Quando estiver dirigindo em rodovias, atente para a ocorrência de ventos laterais de muita intensidade. O efeito será ainda mais forte se o veículo tiver um bagageiro ou porta escadas. Portanto, preste muita atenção!;

- Evite estacionar em locais onde a vegetação for muito alta, ou estiver muito seca, pois o sistema de escape e catalisador, quando em contato com ela, poderá iniciar a combustão deste material altamente inflamável;

- Se notar outro veículo vindo em sentido contrário, em uma estrada secundária e sem pavimentação, diminua a velocidade permitindo uma passagem segura;

- Air Bags: Posicione-se corretamente no assento, utilizando o cinto de segurança em todas as situações, mesmo em um trecho de off-road e em baixíssima velocidade. O cinto, além dos benefícios já conhecidos, vai manter o corpo a uma distância segura do trajeto da bolsa, dando condições para ela inflar sem maiores riscos. Os assentos de motorista e passageiro, devem ficar o mais distante possível do painel do veículo. Por último, observe a colocação de quebra matos e guinchos, pois ela deve ser feita respeitando a instalação dos sensores, para não inutilizar o funcionamento dos Air Bags.

- Não abuse da velocidade, veículos utilitários não foram feitos para grandes corridas, pois são mais instáveis do que os carros de passeio. Use seu utilitário de acordo com a finalidade para a qual foi projetado. Aprenda a viajar curtindo o visual e a natureza exuberante que existe pelo mundo afora.


Para mais informações
Autoria: João Roberto de Camargo Gaiotto
Curso de Condução Off Road DPaschoal: www.dpaschoal.com.br

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PNEUS – USANDO CORRENTES

Se você utiliza pneus de uso misto e enfrenta esporadicamente estradas enlameadas, pode precisar de mais tração nestes trechos. Para estes casos você pode colocar correntes nos pneus, que vai lhe proporcionar tração adicional e mais condições de dirigibilidade em lama ou neve. Mas use-as apenas em situações limite, pois as correntes são extremamente agressivas e antiecológicas, cavando sulcos profundos no terreno a ser transposto. Procure atender às seguintes recomendações:
• Não coloque as correntes se a pressão dos pneus foi reduzida, porque o movimento do veículo vai fazer as correntes mastigarem a borracha, danificando seriamente os pneus;
• Ao colocar as correntes nos pneus dianteiros, verifique se não há risco delas se chocarem com componentes da suspensão ao esterçar o volante;
• Evite que os pneus patinem. Eles podem adquirir muita velocidade e ao tocar novamente o solo a corrente agirá como um poderoso freio, provocando impactos na ponta de eixo e engrenagens do diferencial, com sérios riscos de danos. Trafegue em 4x4 se possível, use marchas reduzidas e aplique a velocidade adequada ao trecho;
• Após a colocação, ande alguns metros para que as correntes se acomodem aos pneus. Se precisar, volte a ajustá-las e distribuí-las nos pneus. Então, todo o conjunto estará pronto para o deslocamento. Veja a seqüência de montagem das correntes:
 
 

 


Posicione a corrente no chão e em frente das rodas. Depois movimente o veículo até que as rodas fiquem em cima da corrente. (foto: Técnica 4x4)

 


 
Arranje/distribua as correntes  para que fiquem bem distribuídas no corpo do pneu. (foto: Técnica 4x4)

 


 
 Correntes instaladas corretamente e presas por tirantes elásticos. (foto: Técnica 4x4)

 

• Não trafegue em hipótese alguma usando correntes em pisos como asfalto ou estradas de terra firme. Além do desconforto gerado pelo atrito, as correntes poderão danificar seriamente os pneus. Se o trecho crítico acabou, remova as correntes.

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4x4 Shumen 2009 DVD teaser

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O Radio Amador

Este serviço de comunicação é o mais completo à disposição do cidadão comum. É um passatempo que nasceu de forma semelhante ao da prática do off-road, com equipamentos considerados sobras de guerra, que chegaram às mãos da população. Até a invenção da internet era o meio mais eficaz para se fazer amigos pelo mundo, e mesmo com internet a prática saudável do radioamadorismo ainda cria amizades a cada dia.

 



Uma estação completa montada em campo com HF, VHF e UHF. Contatos garantidos com qualquer parte do planeta. (foto: Técnica 4x4)


 Para se obter a licença de operação junto à Anatel, o candidato a radioamador precisa fazer um curso preparatório de ética de operação, aprender o Código Fonético e Código Q. Para algumas classes de operação o conhecimento de eletrônica e o Código Morse também são exigidos.
 As opções para operação em radioamadorismo são amplas e aumentam de acordo com a categoria do licenciado. Existem atualmente 4 classes, a mais simples é a D e a mais aberta é a classe A, onde o futuro licenciado poderá se comunicar em todas as freqüências/bandas liberadas para radioamador no mundo todo.

Tabela Classes
Classe A e B:
HF
VHF
UHF
EHF

Classe C
HF
VHF
UHF

CLASSE D
VHF
UHF

 

Equipamentos portáteis (HT) são muito úteis em trilhas, com repetidoras podem alcançar quilômetros de distância. (foto: Icom/USA)

 

 A classe D é  preferida no Brasil pelos corredores de rally e off-roaders em geral, porque permite a operação em FM (Freqüência Modulada), nas bandas de 2 metros e de 70cm, ou seja, VHF - 2m e UHF - 70cm. Os modernos equipamentos para esta faixa são pequenos e de custo “quase” acessível, pois pode-se encontrar desde modelos portáteis a partir de U$200,00 até sofisticados equipamentos com duas bandas, os dualbanders, que têm preço a partir de U$500,00. Com esses transceptores consegue-se contato em um raio de até 100km em linha reta e com visão direta entre as antenas, e de até 200km com utilização de estações repetidoras.
 Mas o que é uma repetidora? É uma estação que ouve seu rádio e retransmite seu sinal com mais potência a partir de uma montanha ou um edifício alto no meio da cidade. Estas estações automáticas de rádio são mantidas pelas associações de radioamadores, que as montam e dão manutenção, auxiliando a aumentar a área de abrangência dos equipamentos de VHF e UHF. Se associar a um clube de radioamador também ajuda a manter estes equipamentos incríveis funcionando para quando forem requisitados.
 Quando estiver em deslocamento por uma região, procure saber se há alguma repetidora de VHF ou UHF nas imediações, para qualquer emergência. E se estiver equipado com um modelo portátil (HT) não esqueça de levar baterias de reserva.

 

 

Um rádio dual band (VHF e UHF) para montagem em veículo. Recursos de sobra para contatos off-road e até comunicação de dados com computador. (foto: Icom/USA)

 

 Para mais informações
Autoria: João Roberto de Camargo Gaiotto
Curso de Condução Off Road DPaschoal: www.dpaschoal.com.br

 

 

 

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O Off-Road e a Ecologia

Assim como qualquer outra atividade ao ar livre, a prática do off-road também pode gerar lixo, desde embalagens vazias de alimentos até resto de líquidos que podem vazar ou sobrar depois de uma manutenção de emergência, como fluídos diversos e óleo lubrificante.
 Então, para se evitar poluir o meio ambiente e sujar uma bela trilha, siga algumas regras de conduta recomendadas por ambientalistas e responsáveis pelo meio ambiente, veja :

1. Procurar lugares por onde já exista trilhas normalmente usadas por moradores da região, não abrir trilhas novas e atalhos causando depredação desnecessária;

2. Procurar pelo proprietário e pedir autorização quando houver necessidade de atravessar áreas particulares. Ele não deve se importar que você e seus colegas de trabalho, ou lazer, desde que com civilidade, atravessem o seu sítio ou fazenda. Por outro lado, em caso de recusa, respeite sua opinião e procure outra alternativa. Em certas regiões do Brasil, donos de grandes áreas de terra já não aceitam a travessia de veículos ou motos pelo desrespeito de uma minoria que não acata a solicitação prévia do proprietário, para não se entrar em alguns locais da propriedade. Isto acaba em proibição total e antipatia pela prática do off-road, seja de que modalidade for.

 
 

Só atravesse áreas particulares com autorização prévia (foto: Técnica 4x4)

 

3. Não cortar árvores, procure pedaços de madeira já caídos no chão, eles existem em abundância pela mata. Imagine que numa certa trilha exista a necessidade de se colocar troncos para reforçar o piso, em um lamaçal. Se todos que passarem por ali cortarem árvores, em breve surgirá uma clareira e mais tarde a erosão, que só irá aumentar o atoleiro. Não se esqueça que as árvores são poderosas aliadas e podem ser o seu ponto de ancoragem, para sair do sufoco rapidinho;

4. Não maltratar animais silvestres, na maioria dos casos são arredios ao contato com pessoas e não irão incomodá-lo. Um recado para quem se aventura pelas praias do sul do Brasil: em determinadas épocas do ano, pingüins, focas e leões marinhos aparecem nas praias, como a do Cassino no Rio Grande do Sul. É comum encontrá-los em deslocamentos por essas paragens. Não chegue perto desses animais, estão exaustos pela longa jornada e ficam estressados com a presença humana. Tire fotos de longe e mantenha distância;

5. LIXO: NUNCA deixar jogado pelas estradas ou onde parou para fazer o lanche. Leve de volta tudo o que produzir de lixo, embalagens vazias ocuparão menos volume do que cheias. Enterre a matéria orgânica e os dejetos humanos a pelos menos 50 metros do curso d’água;

 

Explore as belas paisagens do Brasil, mas guarde todo o lixo gerado e deposite em
uma lata de lixo quando voltar pra casa! (foto: Técnica 4x4 )

 

6. Não tome banho com sabonetes e shampoos, em rios, nem lave pratos, talheres e utensílios em nascentes, porque os animais do lugar necessitam desta água para sobreviver e você também;

 

 

“Ao sair, deixe o lugar mais limpo do que quando o encontrou”, ditado usado pelo Camel Trophy. (foto: Técnica 4x4)

 

7. Não se esqueça que pontas de cigarro não são biodegradáveis, mas sim, biodesagradáveis, portanto, não arremesse “bitucas” pela janela, recolha-as junto com o que mais for produzido de lixo e leve de volta para depositar na lata de lixo;

8. Cuide de seu 4x4 e não deixe óleo lubrificante ou fluídos diversos vazarem de seus reservatórios. Vazamentos podem poluir um riacho em uma travessia além de expor você ao risco de ficar no meio do caminho por um diferencial sem óleo, ou um sistema de freios sem fluído. Faça uma inspeção antes de sair e mantenha a manutenção de seu valente 4x4 sempre em dia.

 

 
Mantenha a manutenção em dia, evite vazamentos de óleo que
podem contaminar um riacho no caminho. (foto: Técnica 4x4)

 

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Autoria: João Roberto de Camargo Gaiotto
Curso de Condução Off Road DPaschoal: www.dpaschoal.com.br

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AVENTURAS COM CRIANÇAS

Todo final de semana em algum lugar do Brasil tem gente se preparando para sua habitual aventura e fuga da cidade. No meio da arrumação toda os filhos menores estão lá, para ajudar a preparar tudo sempre com grande excitação e expectativa. Em nosso Curso Off-Road DPaschoal os alunos chegam no domingo trazendo seus pimpolhos à tiracolo, para a dose semanal de off-road, mas para que tudo seja divertido é importante tomar alguns cuidados para que a viagem seja tranqüila e agradável.


Os pequenos estão sempre prontos para acompanhar os pais. (foto: Técnica4x4)

 

 A segurança em primeiro lugar. É comum se ver  jipes mais antigos sem cintos de segurança para adultos e menos ainda para as crianças. O equipamento precisa estar ajustado para os menores, pois um tombamento em trilha, coisa não tão rara como se pensa, pode ter resultado dramático se um pequeno cair do veículo por estar sem proteção. Muitas vezes um salto inesperado pode provocar a batida da cabeça no Santo Antônio ou no teto, o que pode resultar em danos à coluna cervical. Uma freada brusca no meio da trilha pode jogar para a frente quem estiver sentado no banco traseiro com risco de se ferir no impacto.


Banco especial para os pequenos. Não se esqueça de colocar o cinto de segurança! (foto: Técnica4x4)


 A bagagem deve ter repelentes contra-insetos, protetor solar, chapéu ou boné para se proteger do sol forte, um estojo de primeiros socorros, alimentos de fácil preparação, água, sucos e refrigerantes. Em matéria de roupas evite os trajes camuflados, pois será mais fácil achar a criançada no meio do mato se estiverem usando roupas coloridas.

 


Em qualquer aventura off-road familiar a criançada está sempre pronta para participar. (foto: Técnica 4x4)

 

 Os calçados devem oferecer proteção contra torção do tornozelo e principalmente contra animais que habitam a floresta e campos como as cobras, os escorpiões e as aranhas. Vejo com certo horror crianças descalças, com sandálias abertas ou tênis impróprios para se andar na floresta, em lama ou em pedras escorregadias. Calças compridas são preferíveis às bermudas, pois protegem contra arranhões, picadas de insetos e podem dar uma proteção extra contra picadas de cobras. Não se esqueça de mudas de roupas, trajes de banho e capas de chuva ou anorak.
 Durante resgates off-road mantenha as crianças distantes, cintas e cabos de aço esticados não são brinquedos que mereçam atenção dos pequenos. Eles devem se afastar e assistir de camarote. Em competições de final de semana também vemos crianças ajudando os pais em navegação e no trabalho como zequinhas. Normalmente, em função das regras das provas, eles estão com a proteção adequada, mas nunca exiga mais do que eles podem dar em termos de esforço físico. Em deslocamentos longos e expedições preveja paradas adicionais para descanso. Isto diminui a monotonia da viagem para as crianças o que melhora o clima dentro do carro. Escolha postos de abastecimento e restaurantes movimentados e evite lugares abandonados. Mantenha sempre em uma caixa térmica ou uma geladeira elétrica, bebidas, frutas e petiscos para a criançada ter o que beliscar durante a jornada.


 

Eles não querem perder nada. Cuidado com a falta de proteção contra os raios solares! (Foto: Técnica 4x4)

 


 Levar os pequenos para experiências ao ar livre dá a eles uma alternativa saudável de existência, tirando-os do stress da cidade, levando-os para longe da tela da TV com seus programas alienantes e os vídeo-games violentos, mostrando a natureza e a vida natural por vezes difícil de ser notada em grandes centros. -É sempre uma lição de vida!

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Autoria: João Roberto de Camargo Gaiotto
Curso de Condução Off Road DPaschoal: www.dpaschoal.com.br

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Travessia de Erosões

Erosões são comuns em trajetos fora de estrada, e quando o trecho não é conhecido deve-se fazer uma inspeção a pé e verificar se o terreno não vai ceder com o peso do veículo, ou ainda, se não há risco do veículo cair de lado e ficar encalhado. Neste tipo de obstáculo o risco de amassar a carroceria é grande, e toda atenção é requerida durante a travessia.
Após a inspeção, tente colocar o veículo sobre as laterais do facão. Siga com tração 4x4, primeira marcha reduzida e blocante. Em muitas situações você verá que durante uma travessia, o contato dos pneus com o terreno se limitam a suas bordas, e, também, por esse motivo é que se deve instalar pneus adequados a uma incursão em trilhas.

 

 

Erosão em trilha, mantenha as rodas nas laterais. (foto: Técnica 4x4)

 

Mas se o terreno não permitir esta manobra e você realmente tiver de entrar no facão, só resta verificar se a profundidade compromete os diferenciais ou chassi, travando o veículo e impedindo-o de seguir adiante. Caso isto aconteça, não entre, use alguma ferramenta como uma e rebaixe as laterais do facão jogando a terra, o barro ou areia para dentro dos sulcos. É a melhor alternativa para nivelar o terreno e facilitar sua travessia.

 

 

Em trilha, erosões podem ajudar a manter o veículo no trajeto correto,
não deixando que deslize para os lados. (foto: Técnica 4x4)

 

Se tiver que atravessar a vala na transversal, verifique a profundidade e analise a possibilidade do pára-choque do seu 4x4 encostar logo na saída da valeta. Lembre-se do ângulo de ataque! Se isso acontecer, o veículo não vai seguir adiante e você deverá dar marcha à ré e jogar terra, pedras ou a prancha de desatolagem para diminuir a profundidade da erosão.

 



Grande erosão onde marcha reduzida e muita atenção é fundamental. (foto: Técnica 4x4)

 

Atravesse a valeta colocando uma roda de cada vez no buraco. Se entrar em ângulo reto com o terreno, o veículo corre o risco de ter os dois pneus dianteiros encalhados e não vai sair facilmente. Use a primeira marcha reduzida, bloqueie o diferencial central e inicie a travessia com toda a atenção.

 

Travessia lateral de facão. Uma roda de cada vez. (foto: Técnica 4x4)

 

Se tiver mais alguém por perto, solicite que lhe oriente dizendo se não há risco dos pneus entalarem no buraco, ou do chassi e transmissão se chocarem com o solo. Segure o volante com firmeza para que as rodas dianteiras se mantenham em linha reta, elas vão tentar se acomodar no terreno e podendo esterçar o volante bruscamente.
Após a travessia de um pneu, o segundo entrará no buraco e assim sucessivamente até que o veículo conclua a travessia. Com esta manobra você garante sempre 3 pneus em contato com o piso firme e sempre um eixo em condição de empurrar o veículo para frente, ou trazê-lo de ré para uma nova abordagem.

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Autoria: João Roberto de Camargo Gaiotto
Curso de Condução Off Road DPaschoal: www.dpaschoal.com.br

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