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E-LOCKER 19 ESTRIAS PARA JEEP

 

 

A Eaton, empresa fabricante de diferenciais com controle de torque, trouxe para o Brasil o bloqueio selecionável E-locker para ser instalado em Jeep Willys.

O acessório entra em ação através de um toque no botão de comando instalado no painel e não é necessário modificar as configurações originais do veículo.

Na peça, alterou-se a quantidade de estrias da engrenagem planetária e este E-locker vem com semi-eixo de 19 estrias.

Segundo a Eaton, o produto não apresenta ruído sendo  livre de manutenção.

 

Clique aqui e confira o produto na loja.

 

Fonte: Revista 4x4 e Cia edição 228.

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PNEUS – USANDO CORRENTES

Se você utiliza pneus de uso misto e enfrenta esporadicamente estradas enlameadas, pode precisar de mais tração nestes trechos. Para estes casos você pode colocar correntes nos pneus, que vai lhe proporcionar tração adicional e mais condições de dirigibilidade em lama ou neve. Mas use-as apenas em situações limite, pois as correntes são extremamente agressivas e antiecológicas, cavando sulcos profundos no terreno a ser transposto. Procure atender às seguintes recomendações:
• Não coloque as correntes se a pressão dos pneus foi reduzida, porque o movimento do veículo vai fazer as correntes mastigarem a borracha, danificando seriamente os pneus;
• Ao colocar as correntes nos pneus dianteiros, verifique se não há risco delas se chocarem com componentes da suspensão ao esterçar o volante;
• Evite que os pneus patinem. Eles podem adquirir muita velocidade e ao tocar novamente o solo a corrente agirá como um poderoso freio, provocando impactos na ponta de eixo e engrenagens do diferencial, com sérios riscos de danos. Trafegue em 4x4 se possível, use marchas reduzidas e aplique a velocidade adequada ao trecho;
• Após a colocação, ande alguns metros para que as correntes se acomodem aos pneus. Se precisar, volte a ajustá-las e distribuí-las nos pneus. Então, todo o conjunto estará pronto para o deslocamento. Veja a seqüência de montagem das correntes:
 
 

 


Posicione a corrente no chão e em frente das rodas. Depois movimente o veículo até que as rodas fiquem em cima da corrente. (foto: Técnica 4x4)

 


 
Arranje/distribua as correntes  para que fiquem bem distribuídas no corpo do pneu. (foto: Técnica 4x4)

 


 
 Correntes instaladas corretamente e presas por tirantes elásticos. (foto: Técnica 4x4)

 

• Não trafegue em hipótese alguma usando correntes em pisos como asfalto ou estradas de terra firme. Além do desconforto gerado pelo atrito, as correntes poderão danificar seriamente os pneus. Se o trecho crítico acabou, remova as correntes.

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Kits de Ignição Igniflex

O que é Igniflex?

Este sistema foi desenvolvido para substituir as funções do distribuidor de ignição convencional.

O Sistema Igniflex possui ínumeras vantagens confira:

• Não existe desgaste: elimina tampa, rotor, platinado, avanços e etc.
• Dispensa regulagens periódicas.
• Risco de falha de motor igual a zero, mesmo na presença de ÁGUA, LAMA, etc.  Provenientes do Sistema de Ignição.
• Controle totalmente digital, resultando em  precisão de funcionamento
•  Potência da centelha/faísca até 25% maior sobre os sistemas convencionais.
•  Flexível/Versátil: pode ser instalado em motores de 1 a 8 cilindros, álcool, gasolina, GNV, GLP (exceto em motores de 5 e 7 cilindros).
• Excelente custo/benefício: sistema dispensa manutenção (recomenda-se verificação das velas e cabos de vela).

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O Macaco Hi-Lift

Tarefas  que exigem levantar o veículo, puxá-lo para trás, para o lado ou para frente, têm no Hi-Lift o equipamento perfeito para o serviço.


O Hi-Lift. (foto: Técnica 4x4)

 

Uma de suas muitas virtudes, dependendo do modelo escolhido, é a de levantar um veículo até 1,5m de altura. Isto é muito útil numa trilha ou mesmo em uma manutenção de emergência. Outro detalhe é que sua garra fica apenas a poucos centímetros do solo, possibilitando, mesmo com o veículo muito atolado, encontrar facilmente um ponto de apoio para iniciar o resgate. Para aproveitar toda essa versatilidade do Hi-Lift, alguns veículos requerem a adaptação de pontos de fixação suplementares a partir do chassi, de forma que o equipamento possa se encaixar em um ponto robusto que suporte o esforço a ser aplicado.

 Aplicações

Um veículo encalhado pode ser levantado a uma boa altura com o Hi-Lift, para se colocar pedras e pedaços de madeira sob os pneus, criando  uma superfície firme. Você terá que repetir a operação para as quatro rodas se necessário. Um macaco pequeno, normalmente o original do veículo, tem base pequena. Em terreno composto por areia ou lodo, esta base acaba afundando na medida em que se tenta levantar o veículo. Já o Hi-Lift tem uma grande área de contato com o solo, o que minimiza esse problema. Mas se mesmo assim o solo não tem consistência para suportar o peso aplicado, crie uma base firme usando uma placa de madeira de 40X40cm. Essa placa pode ser preparada com uma saliência no meio, para que abase do macaco se encaixe nela e não escorregue para os lados, quando estiver em operação.
O Hi-Lift também pode suspender o veículo, facilitando a sua retirada do atoleiro, quando a operação de puxar ou empurrar for muito difícil. Com o auxílio de mais duas pessoas, suspenda o veículo até o final do curso do Hi-Lift, coloque uma corda na ponta superior do macaco e puxe-o através desta, derrubando o veículo para o lado. É uma boa técnica para se colocar os pneus em cima do facão e possivelmente fora do local mais crítico. Você pode repetir a manobra com a traseira.


O Hi-Lift levantando o Land Rover da Polícia
Florestal do Paraná. (foto: Técnica 4x4)

 

Levantando o veículo

Antes de levantar o veículo, trave os pneus que vão permanecer no chão para que não deslizem. Coloque a trava reversora na posição superior, levante com a mão o conjunto motriz até ele encostar no ponto de apoio do veículo e inicie o movimento da alavanca em todo seu curso, de cima para baixo, prestando atenção nos “clics” que ela emitirá nos extremos do curso. Após posicionar o veículo na altura ideal, mantenha a alavanca em sua posição de repouso, PARA CIMA e junto à barra guia. Para trabalhar embaixo do veículo é uma boa idéia travá-lo com pedaços de madeira, pedras ou o que tiver à mão.
Para descer, MANTENHA a ALAVANCA ERGUIDA, e, só então, libere a trava reversora movendo-a para baixo. Após, inicie o movimento da alavanca para baixo e para cima, segurando-a com firmeza. Soltar a trava reversora com a alavanca baixada provoca o movimento violento de sobe e desce da alavanca, resultado do peso suportado pelo Hi-Lift.  


O Hi Lift  como guincho

O equipamento também pode substituir ou auxiliar o guincho nas operações de resgate. Para isto, fixe no ponto de ancoragem do veículo a ponta de um cabo de aço ou corrente, e a outra ponta no limite superior da barra de aço do Hi-Lift. Depois use outro cabo, fixe uma das pontas na garra do mancal de apoio do equipamento e a outra em uma pedra ou qualquer ponto de ancoragem confiável. Inicie o movimento com a alavanca. Toda vez que se esgotar o curso do macaco você deverá calçar o veículo, diminuir o comprimento do cabo e repetir a operação.


Utilizando o Hi-Lift como guincho. (foto: Técnica 4x4)

 

 

Para mais informações
Autoria: João Roberto de Camargo Gaiotto
Curso de Condução Off Road DPaschoal: www.dpaschoal.com.br
 

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Acessórios – O Quebra-Mato

 

 

Entre os equipamentos disponíveis a um 4x4, o quebra-mato é o acessório que passa ao proprietário a sensação de segurança adicional em trilhas, pois se houver algum choque com árvores, pedras ou barrancos, o quebra-mato vai quebrar também um bom galho protegendo a dianteira do carro.
 O quebra-mato tem o nome original de bull bar, e a tradução mais próxima que encontrei seria barra búfalo provavelmente em função da origem do equipamento, que remonta ao tempo que se cercava gado na Austrália com veículos 4x4. -Não me perguntem a fonte desta informação, porque tentei em vão reencontrar o website que continha está explicação na internet, mas foi em vão!

 

Quebra-mato de verdade! Para safáris na África. (foto: Técnica 4x4)


 Mas o que interessa é saber que o mercado oferece modelos fracos, com finalidade estética, e quebra-matos parrudos mesmo, prontos para proteger o carro nas topadas em trilhas. Os modelos estéticos podem oferecer uma base para faróis auxiliares e não raro uma base para guincho. Mas é importante verificar como o quebra-mato será montado no carro, pontos de apoio fracos não podem oferecer um suporte adequado nem aguentar as toneladas que o guincho vai puxar em um resgate radical. Não raro a montagem do quebra-mato exige a retirada dos pontos de ancoragem dianteiros, uma heresia imperdoável para um carro que pretende fazer off-road.
 Um bom quebra-mato fica montado no chassi e tem estrutura que aguenta um guincho em trabalho pesado. Pode ser um problema instalar o acessório em uma moderna pick-up ou SUV, isto porque muitos destes carros não oferecem acesso fácil à extremidade do chassi, quando tem um, e a montagem não ficará reforçada como deve ser.
 Alguns modelos oferecem a opção de envolver parte dos pára-lamas dianteiros. Cuidado com estes modelos, pois ao se chocar, mesmo que de forma suave, em um barranco, o quebra-mato se dobra e amassa o pára-lama. Isto mesmo, em vez de proteger acaba estragando o carro. Veja a foto 2, que tem um modelo destes mas conta com apoio auxiliar nas extremidades do pára-choque.

 

Modelo que envolve o pára-lamas, note o reforço fixado quase nas extremidades do pára-choque. (foto: Técnica 4x4)


 Para concluir, é importante saber que no exterior já se fabricam quebra-matos com material emborrachado, que absorve impactos em caso de atropelamentos. Isto é uma tendência que cedo ou tarde chegará ao Brasil. O que se questiona em vários países é a real necessidade deste equipamento  em carros que ficam rodando no centro de grandes cidades a maior parte do tempo. Uma opção alentada é a de se poder colocar o equipamento no campo, e retirá-lo quando voltar para a cidade.  
- Não vai ser fácil!

 

Quebra-mato de nosso Defender 90, com faróis auxiliares e espaço para guincho,
montado em base fixada no chassi. (foto: Técnica 4x4)

 


Modelo europeu com revestimento de borracha, tendência mundial para este tipo de acessório. (foto: Técnica 4x4)


Para mais informações
Autoria: João Roberto de Camargo Gaiotto
Curso de Condução Off Road DPaschoal: www.dpaschoal.com.br
 

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PRANCHAS

Como o imprevisto é coisa comum em um deslocamento off-road, estar preparado para o que “der e vier” pode ser bastante aconselhável. Um dos equipamentos indispensáveis é a prancha, encontrada no mercado em aço, alumínio e fibra de vidro. A função da prancha é dar piso firme para o carro, seja em um atoleiro, facão ou para desencalhar o carro na areia.

 

Pranchas de alumínio sendo transportadas no bagageiro. (foto: Técnica 4x4)


No Brasil, devido ao preço elevado, ainda é pouco usada em trilhas, mas no exterior ela tem grande aceitação e é normal se ver veículos com pares de pranchas em incursões pelo deserto e florestas. Surgida na Segunda Guerra, chamava-se “Marston Mat”, com tamanho de 3m de comprimento por 40cm de largura, não foi projetada inicialmente para uso em off-road e sim para se construir rapidamente aeroportos. A conexão de milhares de pranchas deixava uma pista de pouso e decolagem pronta em questão de dias. Depois disto o equipamento caiu nas graças do universo 4x4 e é usada no mundo todo.

 

Coloque os pneus em cima das pranchas e faça a travessia moderadamente. (foto: Técnica 4x4)


Sua utilização é muito simples e serve para se montar uma base firme para o veículo atravessar trechos com muito barro, areia e até um facão mais ameaçador. É previsível que aspranchas se dobrem com o peso do carro, mas para colocá-las de novo em ordem basta deitá-las ao chão firme e passar novamente com o carro em cima delas, o material desentorta e fica pronto para ser usado novamente.

 

Equipamento em uso para passagem de erosão, usando pneu estepe
como apoio no fundo da vala. (foto: Técnica 4x4)


Ao utilizar a prancha, não acelere com força para sair da encrenca, os pneus vão girar muito rapidamente e a prancha vai sair debaixo do pneu, podendo se chocar contra o chassi, diferenciais e até contra a carroceria, impedindo a manobra e podendo até amassar a carroceria. Use o equipamento com calma e atenção.
Em algumas situações é possível se construir uma pequena ponte. A prancha de fibra de vidro não pode ser usada para esta finalidade, mas as pranchas de aço e alumínio quebram um bom galho desde que usadas aos pares ou em jogos de 3 peças para cada pneu.

Para mais informações
Autoria: João Roberto de Camargo Gaiotto
Curso de Condução Off Road DPaschoal: www.dpaschoal.com.br

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Diferenciais Eaton

Diferenciais com controle de torque

A EATON é o maior produtor independente do mundo de diferenciais com controle de torque, fornecendo para fabricantes de carros de passageiros, veículos comerciais leves e militares e para o mercado de reposição. Utilizamos capacitação técnica, experiência em veículos e controle dinâmico de tração para continuarmos expandindo aplicações em novos produtos e alcançarmos mercados emergentes. 
 
 
Diferencial tipo Limited Slip
A experiência da EATON com diferenciais de disco a carbono data de 1961, quando foi lançado o EATON Posi™ Limited Slip Differential. Hoje, o portfolio de aplicação do diferencial tipo limited slip inclui também o EATON Detroit Truetrac com engrenagens helicoidais. 

Principais características:

• Melhora a tração nas rodas traseiras e em veículos 4x4
• Design simples e robusto
• Operação suave e silenciosa
• Não requer manutenção nem óleo especial.
• Durabilidade e desempenho comprovado
• Ampla variedade de aplicações


 
  
 

Diferencial com travamento mecânico
Odiferencial EATON de travamento mecânico foi o primeiro a ser oferecido como opcional para motoristas de pickups no mercado americano e hoje é reconhecido mundialmente simplesmente pelo código G80 da General Motors. O diferencial com bloqueamento automático está disponível tanto como item de série como opcional, nos veiculos com tração traseira e 4X4, transformando os problemas de tração em coisa do passado. Veículos equipados com o diferencial com bloqueamento automático da EATON podem puxar grandes cargas como barcos, trailers, etc. 

Principais características:

• Proporciona completo bloqueamento de rodas do eixo traseiro
• Desbloqueia automaticamente a roda com menor atrito no solo
• Ação de bloqueio 100% automática - mesmo com uma roda fora do chão
• Facil instalação substituindo a caixa de satelites original pelo bloqueio.
• Não requer manutenção nem óleo especial.
• Durabilidade e desempenho comprovado
• Ampla variedade de aplicações



 
 

 


Diferencial blocante-eletrônico
O diferencial blocante-eletrônico ELocker™ foi lançado no mercado americano como equipamento de série nos veículos HUMMER H2 e H3. Com um simples toque em um botão, o motorista pode travar até as quatro rodas num veiculo 4X4, permitindo dirigibilidade do veículo em quase todas as situações fora de estrada. 

Principais características:

• Proporciona completo bloqueamento de rodas
• Aumenta a performance na condição off-road
• Fácil de ativar e desativar
• Projetado para não ter manutenção
• Engrenagens satélite e planetária forjadas
• Opera como diferencial aberto quando não acionado
• Não requer manutenção nem óleo especial.
• Durabilidade e desempenho comprovado
• Ampla variedade de aplicações



 
 

 


 

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Amortecedores Bilstein

 

 

 

Os amortecedores Bilstein oferecem segurança e durabilidade em situações extremas. Fabricados com os melhores materiais, a Bilstein possui tradição insuperável em provas on e off-road, trazendo confiabilidade e performance superiores, tanto para profissionais como para os consumidores mais exigentes.
Possui tecnologia de válvulas inteligentes, adaptando-se aos mais variáveis tipos de terrenos, proporcionando contato permanente das rodas tracionantes ao solo, garantido sempre uma aceleração eficiente.


DESTAQUES

Bilstein HD Sports (Linha Amarela)


Desenhado para quem prefere uma suspensão esportiva. Suas características satisfazem os requisitos de desempenho superior do veículo nas mais difíceis condições de condução.

 

 
 

Especialmente desenvolvido para pick-up's, SUV´s e Jeep, foi desenhado para oferecer alta performance on-road e off road. O modelo 5125 dispõe de um sistema “deflective self-valving system” que oferece ótimo desempenho em altas velocidades, assim como total segurança na condução em terrenos acidentados. Suas características de construção garantem robustez operacional e vida útil superior. Com sua alta capacidade de absorção de impactos, prolonga a vida útil dos demais componentes da suspensão. Compatível com suspensão traseira e dianteira para Troller, Triton, L200, Frontier.
 

É o primeiro amortecedor para veículos utilitários de produção com reservatório externo (CrossFlow reservoir system). Este sistema de reservatório externo aumenta a capacidade de damping em situações de extremas exigências do amortecedor, principalmente em estradas de terreno acidentado e trilhas.
Compatível com suspensão traseira e dianteira para Troller. Compatível apenas com suspensão traseira para Titron, L200 e Frontier.
 
 
 
 
 
SOBRE A BILSTEIN

A Bilstein é uma marca germânica da companhia ThyssenKrupp Bilstein (pertencente ao Grupo ThyssenKrupp Automotive), que produz diariamente 32 mil amortecedores em quatro fábricas, sendo os seus amortecedores comercializados em todo o mundo para os principais construtores de automóveis e aftermarket. Possui uma força laboral de cerca de 1800 pessoas.

A marca Bilstein surgiu em 1873, quando August Bilstein, iniciou o seu negócio na pequena cidade de Altenvoerde, produzindo adaptadores e acessórios para portas e janelas. Em 1919, o seu filho Hans Bilstein deu continuidade ao negócio e em 1954 lançou o primeiro amortecedor a gás, baseado numa idéia do pesquisador francês, Professor Bourcier de Carbon, que se tornou sinônimo de tecnologia inovadora no amortecimento. Uma vez em produção, o primeiro amortecedor a gás tornou-se num sucesso global.
Em 1962, a marca envolveu-se com sucesso em competições automobilísticas, sublinhando a capacidade da marca em desenvolver produtos de elevada qualidade, ao mesmo tempo que serviu de plataforma de lançamento para o reconhecimento definitivo dos amortecedores Bilstein.
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Acessórios – Bagageiros

O bagageiro é o espaço adicional que muitos viajantes e aventureiros gostam de instalar no veículo, seja porque o carro fica com “cara de aventura”, ou porque precisam mesmo de um lugar a mais para carregar as bagagens. O mercado tem modelos que procuram seguir as especificações dos fabricantes de veículos, estando preparados para carregar o peso limite que o teto da carroceria pode suportar. Mas sempre que surge uma expedição mais prolongada, o bagageiro é usado para armazenar pesos muitas vezes superiores ao limite projetado.

 



Defender 90 com bagageiro preparado para levar pranchas e galões de combustível.
(foto: Técnica 4x4)

 

 Antes de instalar o equipamento você deve se perguntar qual é o peso máximo que pretende carregar. Normalmente os tetos e suas calhas suportam em torno de 50 à 60 quilos, e o bagageiro deve ter uma estrutura que não ocupe este peso sozinho, sob pena de não poder colocar qualquer coisa em cima deles depois de montado, afinal, o limite de peso já foi atingido!
 -Em uma expedição que fiz com uma Toyota Bandeirantes, os pontos de fixação do bagageiro forçaram a calha do teto que rachou devido ao peso e à vibração constante em 14.000km de viagem. Não tive escrúpulos com a quantidade de peso a ser levada e paguei o preço. O manual de seu 4x4 deve conter o peso máximo que pode ser levado no teto. O Land Rover Defender tem no manual o peso máximo de 75 Kg para rodovia e 30 Kg para trilhas.

 


Defender 110 da DPaschoal com bagageiro e barraca de teto. (foto: Técnica 4x4)


 Outra questão é: a sua garagem é alta o suficiente para receber o veículo com o bagageiro? Isto pode ser um problema na hora de garagear, pois muitos estacionamentos são baixos demais para um veículo alto e ainda por cima com um bagageiro.
 O comportamento do carro também muda após a colocação do bagageiro, o centro de gravidade se desloca um pouco e você sentirá isto na primeira volta que der com o carro. Após colocar peso então, ele ficará ainda mais instável, é preciso se acostumar com o novo comportamento dele e tomar cuidado com curvas fechadas em alta velocidade e trechos inclinados em trilhas.

 


Utilidade adicional: plataforma elevada para filmagens. (foto: Técnica 4x4)


 A colocação de faróis auxiliares assim como antenas de rádio-comunicação, neste acessório, exigem a instalação de um cabo que interligue a carcaça do bagageiro com a carcaça do veículo, desta forma se garante o “terra” para faróis e antenas. Mas lembre-se de que estes componentes ficam em posição perigosa em trilhas fechadas, aonde galhos e troncos podem arrancar tudo.
 Sempre coloque no bagageiro os ítens de menor peso e que ocupam espaço dentro do carro. Não esqueça de prender os equipamentos e bagagem com cadeados caso precise se afastar do carro durante o dia, ou em pernoites em cidades e lugarejos afastados.


Autoria: João Roberto de Camargo Gaiotto

Para mais informações
Curso de Condução Off Road DPaschoal: www.dpaschoal.com.br
 

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Snorkel e Respiros de seu 4x4

Ao atravessar trechos alagados ou com lama profunda, existe sempre a possibilidade de infiltração pela água ou lama nos diferenciais, caixas de marchas e transferência. Há risco, também, em situações radicais, de entrada de água ou lama no próprio motor, através do filtro de ar.




Atravessar trechos profundos com um veículo sem preparação,
pode causar sérios problemas mecânicos. (foto: Técnica4x4)


A solução para o motor é a instalação de um tubo instalado desde a entrada do filtro de ar, que fica sempre dentro do compartimento do motor, até a parte mais alta do veículo, normalmente na altura do teto ou bagageiro. Esse tubo, ou snorkel como é mais conhecido, deve ter a  ponta externa protegida por uma capa ou chapeuzinho de metal, contra a entrada de água da chuva.
A instalação do snorkel requer um bom isolamento e vedação na ponta do tubo que será conectado à entrada de ar do filtro. Não poderá haver nenhuma entrada falsa de ar por onde a água possa ser aspirada pelo motor. Montagens mal dimensionadas acarretam perda de potência, leve seu veículo para um mecânico que entenda do assunto.



Troller equipado com  snorkel montado no lado direito,
tomada de ar elevanda até o teto do veículo. (foto: Técnica 4x4)


Mas a água pode entrar também nos diferenciais, caixas de mudanças e transferência. Existem respiros nestes componentes por onde a pressão, provocada pelo aumento da temperatura do óleo lubrificante e do ar interno, é aliviada. Este aumento de temperatura é causado pelo atrito entre engrenagens e semi-eixos. Quando isto acontece o ar é expulso através dos respiros correspondentes, equilibrando a pressão interna. Em uma travessia de alagados a temperatura interna pode cair quando a carcaça do diferencial, caixas de marchas e transferência entrarem em contato com a água ou lama. Isto vai resfriar também o óleo e o ar interno, causando  uma nova diferença de pressão e fazendo com que o ar seja sugado de volta para dentro do diferencial, caixas de marchas e transferência, equilibrando a pressão interna. Mas como há água suja em vez de ar, o que ocorre é uma contaminação do óleo por água e detritos. A perda das características lubrificantes do óleo pode trazer sérios problemas para as partes móveis destes componentes.
 



Mangueiras que elevam os respiros do diferencial dianteiro,
caixas de marchas e transferência do Land Rover Defender. (foto: Técnica 4x4)


Após uma travessia solicite que o seu mecânico verifique se houve contaminação dos lubrificantes. Se o óleo apresentar cor esbranquiçada e leitosa, deverá ser substituído imediatamente.
É possível a montagem de um circuito de tubos, que elevem a posição dos respiros dos diferenciais, das caixas de marchas e transferência. O sistema é simples e eficaz, basta conectar o respiro do diferencial dianteiro em série com o das caixas e por último ao diferencial traseiro, tudo isto deverá estar conectado a um único respiro, que deverá ficar instalado na parte mais elevada possível como, por exemplo, dentro da cabine.
Nosso valente 4x4 enfrenta trechos alagados profundos. Mas deve estar preparado para a manobra!
 

 

Land Rover Defender equipado com snorkel. (foto: Técnica 4x4)


Autoria: João Roberto de Camargo Gaiotto
Curso de Condução Off Road DPaschoal: www.dpaschoal.com.br
 

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